Ela garantia a todos não se importar. Mantinha-se estável em frente de tudo que a afetava e por trás dos olhos atenciosos de quem a tranqüilizava, ela sofria. Talvez fosse a forma que achava de refletir mais dor se descoberta como frágil, mas longe da percepção de sua mente, apenas ampliava e reprimia os extremos da dor. Puxava-a para si. Equilibrava-se na esperança de que tudo acabasse e então, não reagia. E enquanto tudo desmoronava, ela sorria. Era sua forma de viver. Quem poderia a julgar? (http://first0fall.tumblr.com)